E continuamos na nossa caminhada por esse curso que está nos abrindo tantos caminhos e oportunidades de troca de experiências.
A proposta deste módulo era reescrever a sequência a cima em forma de crônica. Para quem quer conhecer a definição e características deste gênero textual clique aqui.
Abaixo estão as publicações de nossos textos. Fiquem à vontade para ler, comentar, sugerir, criticar. Estamos todos aprendendo e esperamos pela contribuição de vocês. Boa leitura!

CRÔNICA: O CADAVÉR
ResponderExcluirA noite tinha sido só de bebedeira e comemoração. Afinal não é todo dia que um amigo é promovido ao cargo de chefia.
Tinha consciência que, no outro dia, não seria nada fácil acordar ás 06:00hs, mesmo assim acabei indo pra cama ás 02:30 hs.
Tive a impressão que acabara de deitar e dormir, quando meu despertador tocou.
Demorei mais um pouco na cama e finalmente levantei. Ia começar tudo de novo. Tomar banho, tomar o desjejum, escovar os dentes..., quando, de súbito, ouço a campainha tocar.
Pensei, quem será o doido a essa hora da manhã? Enxuguei-me rapidamente e fui atender a porta.
Não sabia se estava ainda sob o efeito do alcóol, ou vivendo um pesadelo, quando me deparei com " aquilo ", na soleira de minha porta.
Havia um homem, um cadavér, sei lá, caído ali, inerte e frio, pois ao tocá-lo percebi que estava rígido, morto.
Olhei minuciosamente em torno, buscando algo que pudesse dar pistas do ocorrido, mas nada encontrei.
E agora? O que faria?
uma sensação estranha tomou conta de mim, uma mistura de medo, espanto e desespero.
Pego o telefone, ainda trêmulo, disco 190 e aos poucos vou relatando ao policial o fato.
Fico ali, parado, sem reagir, aguardando ansiosamente a polícia chegar; retirar aquele cadáver, esclarecer o caso, para que a minha vida volte a ser como era antes.
Será???
Por: Maria Lúcia